Projeto Mulheres Paranaenses homenageia Josiane Lupion 10/03/2016 - 14:00
A defensora pública Josiane Fruet Bettini Lupion será a homenageada nesta quinta-feira (10/3) pela Escola de Direito do Centro Universitário Autônomo do Brasil (UniBrasil) no projeto Mulheres Paranaenses. O centro universitário reúne em evento durante o mês de março – mês da mulher – personalidades femininas de destaque, que são reconhecidas por suas atuações e competências no cenário estadual.
Josiane, que ocupou o cargo de defensora pública-geral do Paraná entre 2011 e 2015, participou intensamente da reestruturação da Defensoria Pública do estado, regulamentada pela lei nº 136/2011. Também foi a idealizadora do Projeto de Regularização Fundiária – Usucapião Coletivo Rural. É membro da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABMP) e do Instituto Brasileiro de Direito de Família. Sobre a premiação, a defensora pública vê a homenagem como um reconhecimento dos alunos do curso de Direito pelo trabalho realizado por ela ao longo de sua carreira profissional. “Sempre procurei atuar para tentar amenizar um pouco o sofrimento da população pobre do nosso estado”, resume.
Josiane Lupion iniciou suas atividades de assistência aos mais pobres ainda no banco da faculdade de Direito, na década de 1970. Após a formatura, foi convidada a trabalhar na Procuradoria de Assistência Judiciária, que mais tarde daria origem à Defensoria Pública. Fez carreira atuando na área de Família, onde presta auxílio jurídico à população em situações das mais diversas. Já lidou em seu histórico profissional com questões ligadas a gênero, violência contra a mulher, defesa dos direitos humanos, entre vários outros temas.
Vocação
Em entrevista ao site do UniBrasil, Josiane comenta que a área de atuação no Direito deve ser uma escolha que tenha por base a vocação da pessoa. “Exercer uma profissão sem o gosto por ela, jamais. Torna-se enfadonha e, acima de tudo, faz com que a atuação do profissional seja medíocre. Em segundo lugar, aconselho a leitura constante e o aperfeiçoamento através de cursos de atualização”, afirma. Às mulheres, especialmente as que estão se formando em Direito e dando os primeiros passos na profissão, a defensora pública orienta para que busquem se destacar no trabalho, passando por cima dos preconceitos. “Apesar das grandes lutas, ainda nos desafiam a demonstrar as nossas potencialidades, e nos barram de forma acintosa violando nossos direitos humanos com violência e discriminação. O direito deve romper com as indiferenças”, pontua.
Para Josiane, nesse Mês da Mulher, é importante que elas vão à luta, enfrentando de cabeça erguida os percalços que eventualmente surgirão no caminho. “Diante de tamanhas adversidades que enfrentei, luto pelo reconhecimento pleno de uma sociedade humana justa, sem preconceitos, com a igualdade de oportunidades, de uma vida edificada pedra por pedra através de uma incomparável devoção ao dever da busca por justiça”, conclui.
Serviço:
Mulheres Paranaenses 2016 – dia 10 de março, às 19h, no Auditório Cordeiro Clève – Bloco 6 – UniBrasil (Rua Konrad Adenauer, 442, Tarumã). O evento é gratuito. Não é necessária inscrição prévia.
Com informações da UniBrasil
Josiane, que ocupou o cargo de defensora pública-geral do Paraná entre 2011 e 2015, participou intensamente da reestruturação da Defensoria Pública do estado, regulamentada pela lei nº 136/2011. Também foi a idealizadora do Projeto de Regularização Fundiária – Usucapião Coletivo Rural. É membro da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABMP) e do Instituto Brasileiro de Direito de Família. Sobre a premiação, a defensora pública vê a homenagem como um reconhecimento dos alunos do curso de Direito pelo trabalho realizado por ela ao longo de sua carreira profissional. “Sempre procurei atuar para tentar amenizar um pouco o sofrimento da população pobre do nosso estado”, resume.
Josiane Lupion iniciou suas atividades de assistência aos mais pobres ainda no banco da faculdade de Direito, na década de 1970. Após a formatura, foi convidada a trabalhar na Procuradoria de Assistência Judiciária, que mais tarde daria origem à Defensoria Pública. Fez carreira atuando na área de Família, onde presta auxílio jurídico à população em situações das mais diversas. Já lidou em seu histórico profissional com questões ligadas a gênero, violência contra a mulher, defesa dos direitos humanos, entre vários outros temas.
Vocação
Em entrevista ao site do UniBrasil, Josiane comenta que a área de atuação no Direito deve ser uma escolha que tenha por base a vocação da pessoa. “Exercer uma profissão sem o gosto por ela, jamais. Torna-se enfadonha e, acima de tudo, faz com que a atuação do profissional seja medíocre. Em segundo lugar, aconselho a leitura constante e o aperfeiçoamento através de cursos de atualização”, afirma. Às mulheres, especialmente as que estão se formando em Direito e dando os primeiros passos na profissão, a defensora pública orienta para que busquem se destacar no trabalho, passando por cima dos preconceitos. “Apesar das grandes lutas, ainda nos desafiam a demonstrar as nossas potencialidades, e nos barram de forma acintosa violando nossos direitos humanos com violência e discriminação. O direito deve romper com as indiferenças”, pontua.
Para Josiane, nesse Mês da Mulher, é importante que elas vão à luta, enfrentando de cabeça erguida os percalços que eventualmente surgirão no caminho. “Diante de tamanhas adversidades que enfrentei, luto pelo reconhecimento pleno de uma sociedade humana justa, sem preconceitos, com a igualdade de oportunidades, de uma vida edificada pedra por pedra através de uma incomparável devoção ao dever da busca por justiça”, conclui.
Serviço:
Mulheres Paranaenses 2016 – dia 10 de março, às 19h, no Auditório Cordeiro Clève – Bloco 6 – UniBrasil (Rua Konrad Adenauer, 442, Tarumã). O evento é gratuito. Não é necessária inscrição prévia.
Com informações da UniBrasil


