Defensoria avalia positivamente atuação durante a Copa do Mundo 03/07/2014 - 17:50
A DPPR avalia positivamente a sua atuação durante a Copa do Mundo FIFA realizada em Curitiba. Nos dias dos quatro jogos que aconteceram na Arena da Baixada, defensores públicos estiveram de plantão em uma tenda localizada na Boca Maldita, no centro da capital, além de atuarem na articulação “Direitos Humanos em Jogo” – proposta de ação conjunta entre diversas instituições para a proteção dos Direitos Humanos no período de realização da Copa – e atenderem emergências por meio do telefone disponibilizado durante a realização do evento na cidade.
No dia 16 de junho, data do primeiro jogo realizado em Curitiba, os defensores públicos Dezidério Lima, Raphael Gianturco, Thaisa Oliveira, Claudia Rezende, Antonio de Almeida, Camille Vieira, Mariana Nunes e Nize Lacerda, acompanharam as manifestações na companhia da assessora jurídica Tirza Prestes e da assistente social Janaine Nunes. Durante a manhã, eles realizaram orientações jurídicas e prestaram esclarecimentos sobre o funcionamento da Defensoria na tenda montada na Boca Maldita. No começo da tarde, acompanharam a população que realizou a manifestação contra a realização da Copa para assegurar o direito à livre expressão de ideias dos presentes. Os defensores também seguiram de perto o trabalho da Polícia Militar na repressão às ações de depredação e acompanharam os detidos até à delegacia. Ao todo, foram autuadas nove pessoas, as quais, por não terem constituído e não terem condições de constituir advogado, tiveram direito, conforme determina a lei, à defesa por um Defensor Público. Elas permaneceram detidas até a quarta-feira, 18 de junho.
Tal atuação da DPPR ocasionou a divulgação de informações equivocadas em alguns meios de comunicação, apesar de tratar-se de uma ação amplamente divulgada pela instituição e adotada pelas defensorias estaduais das demais cidades-sede do evento. Para esclarecer o trabalho durante a Copa, a Defensoria do Paraná publicou na quarta-feira, 18 de junho, uma Nota Pública, que pode ser lida aqui.
Nos demais dias de jogos – dias 20, 23 e 26 de junho –, não houve grandes incidentes registrados na cidade, mas a DPPR permaneceu mobilizada. Em todos os dias, defensores estiveram na tenda da Boca Maldita, na sede do Ministério Público – local de concentração da articulação “Direitos Humanos em Jogo” –, além de atenderem as ligações da linha telefônica de emergência.
Além dos profissionais já citados, também contribuíram para a atuação especial da Copa do Mundo FIFA os defensores públicos Lauro Gondim, Andreza Menezes, Henrique Cardoso, Alexandre Kassama e Luis Felipe Pimentel da Costa, as assessoras jurídicas Michele Cardoso da Silva e Marilu Cruz Garcia e as assessoras de comunicação Janaína Santos e Rosane Mioto. A Defensoria Pública estuda realizar outras atuações especiais durante grandes eventos realizados nas cidades em que atua.
Ainda sobre a atuação da DPPR na Copa do Mundo FIFA, a Defensora Pública-Geral do Estado, Josiane Fruet Betini Lupion, escreveu o artigo “A Defensoria Pública do Paraná: na Copa e no dia a dia dos paranaenses”, publicado no dia de hoje no jornal Gazeta do Povo e que pode ser acessado aqui.
No dia 16 de junho, data do primeiro jogo realizado em Curitiba, os defensores públicos Dezidério Lima, Raphael Gianturco, Thaisa Oliveira, Claudia Rezende, Antonio de Almeida, Camille Vieira, Mariana Nunes e Nize Lacerda, acompanharam as manifestações na companhia da assessora jurídica Tirza Prestes e da assistente social Janaine Nunes. Durante a manhã, eles realizaram orientações jurídicas e prestaram esclarecimentos sobre o funcionamento da Defensoria na tenda montada na Boca Maldita. No começo da tarde, acompanharam a população que realizou a manifestação contra a realização da Copa para assegurar o direito à livre expressão de ideias dos presentes. Os defensores também seguiram de perto o trabalho da Polícia Militar na repressão às ações de depredação e acompanharam os detidos até à delegacia. Ao todo, foram autuadas nove pessoas, as quais, por não terem constituído e não terem condições de constituir advogado, tiveram direito, conforme determina a lei, à defesa por um Defensor Público. Elas permaneceram detidas até a quarta-feira, 18 de junho.
Tal atuação da DPPR ocasionou a divulgação de informações equivocadas em alguns meios de comunicação, apesar de tratar-se de uma ação amplamente divulgada pela instituição e adotada pelas defensorias estaduais das demais cidades-sede do evento. Para esclarecer o trabalho durante a Copa, a Defensoria do Paraná publicou na quarta-feira, 18 de junho, uma Nota Pública, que pode ser lida aqui.
Nos demais dias de jogos – dias 20, 23 e 26 de junho –, não houve grandes incidentes registrados na cidade, mas a DPPR permaneceu mobilizada. Em todos os dias, defensores estiveram na tenda da Boca Maldita, na sede do Ministério Público – local de concentração da articulação “Direitos Humanos em Jogo” –, além de atenderem as ligações da linha telefônica de emergência.
Além dos profissionais já citados, também contribuíram para a atuação especial da Copa do Mundo FIFA os defensores públicos Lauro Gondim, Andreza Menezes, Henrique Cardoso, Alexandre Kassama e Luis Felipe Pimentel da Costa, as assessoras jurídicas Michele Cardoso da Silva e Marilu Cruz Garcia e as assessoras de comunicação Janaína Santos e Rosane Mioto. A Defensoria Pública estuda realizar outras atuações especiais durante grandes eventos realizados nas cidades em que atua.
Ainda sobre a atuação da DPPR na Copa do Mundo FIFA, a Defensora Pública-Geral do Estado, Josiane Fruet Betini Lupion, escreveu o artigo “A Defensoria Pública do Paraná: na Copa e no dia a dia dos paranaenses”, publicado no dia de hoje no jornal Gazeta do Povo e que pode ser acessado aqui.

