Defensoria inicia pesquisa com usuários e usuárias para avaliar qualidade do serviço público 20/02/2026 - 16:18

A Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) envia, a partir desta sexta-feira (19), uma pesquisa para usuários e usuárias da instituição com o objetivo de avaliar a qualidade do serviço oferecido. A população atendida, seja em uma das sedes ou de forma totalmente online, receberá o questionário exclusivamente pelo e-mail ouvidoria.indicadores@defensoria.pr.def.br. Em caso de contato suspeito, não responda e busque somente os canais oficiais da Ouvidoria ou outros setores da DPE-PR.

O tempo médio para preenchimento é de três minutos. Todas as informações coletadas são confidenciais, em consonância com a Lei Geral de Proteção de Dados. 

A pesquisa adota como estratégia de avaliação o Índice de Percepção de Qualidade (IQP), a partir de cinco critérios centrais na experiência do usuário ou usuária: Cordialidade, Qualidade da Informação, Tempo, Resolutividade e Infraestrutura e Localização. Em fevereiro, a Ouvidoria encaminhará o questionário para uma parcela do público atendido em janeiro, e assim sucessivamente ao longo do desenvolvimento da pesquisa.

“Neste momento de maturidade institucional, a Ouvidoria inicia esse projeto piloto com a certeza de que com planejamento e métricas, colheremos bons resultados”, afirma Marcel Jeronymo, ouvidor-geral da DPE-PR. “Os resultados dessa pesquisa subsidiarão propostas da Ouvidoria com base em dados, e não em achismos. Ganha a Defensoria, mas também ganha a sociedade”.

Metodologia

O IQP consiste em uma metodologia desenvolvida para a Defensoria pela coordenadora de reestruturação da Ouvidoria, Ane Carolina Santos Nascimento, com foco na mensuração da percepção de qualidade dos serviços públicos. A expectativa é que os resultados permitam um fortalecimento dos princípios da boa governança, transparência ativa e mecanismos de participação social. 

“O Índice de Percepção de Qualidade é uma forma de estarmos mais próximos dos nossos assistidos e tomar decisões pautadas em evidências”, explica Nascimento.

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