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Defensoria

11/05/2018

MANIFESTAÇÃO SOBRE O DIA DAS MÃES

O dia que se homenageia a maternidade varia de país a país, mas apesar de ser um dia comemorado ao redor de todo mundo, cada maternidade é única e tem suas particularidades.

 A maternidade, assim como os modelos de família, deve ser enxergada a partir de um conceito plural e inclusivo. As diversas maternidades florescem de fatores biológicos e socioafetivos, e se manifestam nas mais variadas formas de família, possuindo entre as diversidades denominadores comuns: coragem, dedicação, disposição, aceitação, entre tantas outras renúncias e adições que advêm da experiência materna.

 Mãe a partir de vínculos biológicos, mãe a partir da socioafetividade, mãe que é pai também, mãe dentro do universo da multiparentalidade, mãe que é avó/avô, mãe transexual, mãe homossexual, mãe heterossexual, pai que é mãe também. Plurais são as manifestações de maternidade, todas igualmente singulares na beleza e desafios de sua missão. A maternidade é paradoxal: amor que dói; a serenidade que aflige; a fortaleza que esmorece. É um composto de sentimentos e potencialidades que a tornam única. É descobrir, perdoar, vencer, cansar, escutar, resignar, doar. Tudo ao mesmo tempo e muito mais.

 É por estes motivos que o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública e a Associação dos Defensores Públicos- ADEPAR vêm homenagear a maternidade e as brasileiras e brasileiros que escolheram amar independentemente de qualquer condição.

 Eliana Tavares Paes Lopes                             Lívia Martins Salomão Brodbeck

 Coordenadora do PROMULHER                      Presidente da ADEPAR

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